Cooperativa Minasul bate recorde em negociações

Publicado em: 08 junho - 2018

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O mercado de compra e venda de café, da Cooperativa Minasul, tanto para exportação quanto para mercado futuro, acaba de bater um recorde histórico: fechou o mês de maio com um total de 45 mil sacas negociadas na exportação e 90 mil no mercado futuro. As vendas correspondem a negócios a serem cumpridos nos próximos três anos, ou seja, o produtor, ciente de seus custos, expectativa de colheita e sua margem de lucro, está conseguindo travar preços de forma antecipada, para até três safras futuras.

Essa possibilidade lhe permite, em contrapartida, elevar significativamente a sua autonomia perante o gerenciamento de seu negócio, como traçar planos futuros, financiar uma nova máquina, a compra de insumos ou mesmo reinvestir na ampliação lavoura.

“Todo produtor tem a sua estimativa de colheita e custos para as próximas safras. A negociação no mercado futuro permite que ele adeque as suas perspectivas, com base em um valor de saca fixo, definido, ou seja, ele passa a fazer planos dentro de uma situação muito mais concreta. Passa a ser uma ferramenta de segurança para ele gerenciar a propriedade”, explica Héberson Vilas Boas, Trader da Minasul.

O recorde em negócios usando a possibilidade de vendas no mercado futuro, segundo ele, dá-se em função de alguns fatores como o maior conhecimento que o produtor tem hoje dessa ferramenta, a segurança que a cooperativa oferece e, por último, ao bom momento do mercado que elevou os preços do café nos últimos dias. Essa somatória de pontos favoráveis fizeram as vendas no mercado futuro chegar ao patamar das 90 mil sacas em um mês. “São números históricos, nunca obtidos antes”, afirma.

Para o produtor, há opções como o seguro de proteção do preço no mercado futuro, que é uma das formas de se resguardar de qualquer eventualidade. Ao contratar o serviço, ele se cerca de uma garantia extra contra qualquer oscilação brusca. Não ficará prejudicado, caso ocorra uma queda nos preços e terá benefícios no caso uma alta extraordinária.

Uma das preocupações comuns dos produtores na hora de firmar um contrato de venda futura é com relação a qualidade do café a ser colhido, que pode não estar de acordo com o padrão negociado.  Vilas Boas ressalta que a cooperativa tem hoje, meios de avaliar e compensar diferenças (se houver), sem prejuízos para as negociações firmadas – apenas acrescentando mais café ou diminuindo, até se equilibre a balança entre quantidade, qualidade e preço.

Fonte: Asscom Minasul

 



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