Stara e Embracon lançam consórcio que viabiliza a compra planejada de máquinas e implementos agrícolas

Publicado em: 09 Fevereiro - 2018

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Stara e Embracon lançam consórcio que viabiliza a compra planejada de máquinas e implementos agrícolas

Stara e Embracon lançam consórcio que viabiliza a compra planejada de máquinas e implementos agrícolas (Foto: Fotokostic/Getty Images)

A administradora de consórcios Embracon e a Stara – indústria brasileira de máquinas e implementos agrícolas com atuação em 35 países nos cinco continentes – acabam de lançar o Consórcio Stara, com o objetivo de viabilizar a aquisição de toda linha de produtos da fabricante de forma planejada, com as vantagens que o Sistema de Consórcios disponibiliza, como a compra parcelada sem acréscimo de juros. A estimativa é de que nos próximos 10 anos o produto de consórcio represente mais de 10% do faturamento da Stara.

Por meio do novo Consórcio Stara, o profissional ou empresa do agronegócio pode adquirir máquinas agrícolas da linha Stara como pulverizadores, plantadeiras, distribuidores, tratores, plataformas de milho e equipamentos de tecnologia relacionados à agricultura de precisão da Stara por meio do sistema de consórcio em planos que variam de 60 a 100 meses. Para cada faixa de crédito serão estabelecidos grupos, nos quais os valores serão disponibilizados em sorteios ou por meio de lance.

Máquinas e implementos também poderão ser utilizados como lance para viabilizar a contemplação antecipada. O novo Consórcio Stara poderá ser contratado nas concessionárias e revendas da marca em todo o território nacional.

Também é possível fazer uma simulação do plano mais adequado, bem como contratação online por meio do site www.embracon.com.br.

Parceria – A parceria lança o consórcio do Embracon no segmento do agronegócio. A empresa, que vai completar 30 anos de mercado em 2018 e já administra consórcios de montadoras multinacionais em outros segmentos, começa a investir na expansão da área de administração de consórcios de marcas.

A parceria vai ao encontro com o plano estratégico de crescimento da Stara nos próximos cinco anos (a partir de 2017), sendo uma importante ferramenta de composição de faturamento para atingir os objetivos de negócios da companhia. “O consórcio é um produto com facilidade de compra, pagamento e menor burocracia, então entramos agora nesse mercado para plantar futuros negócios, já que hoje os clientes estão adquirindo cotas para daqui uns anos poder contar com uma máquina Stara”, explica o Gerente de Desenvolvimento de Rede da Stara, Cristiano Bettio.

Mercado – Outro ponto relevante é que o Consórcio Stara deve contribuir para atender às expectativas de aumento na comercialização de máquinas e implementos agrícolas. A supersafra de 238 milhões de toneladas alcançadas em 2017 e a marca de US$ 96,1 bilhões alcançados nas exportações do agronegócio, representando um aumento de 13% frente a 2016, são alguns dos índices que trazem boas perspectivas.

Segundo dados da ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a projeção para o segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias, é de alta de 3,7% nas vendas internas em 2018, com 46 mil unidades, e crescimentos na exportação, de 9,9%, e na produção, de 11,8% – totalizando 15,5 mil e 61,5 mil unidades respectivamente (número para tratores). Só para se ter uma ideia, em dezembro de 2017 houve um aumento de 25% nas vendas frente ao mês anterior, o que já é um indicativo de reaquecimento do mercado. Em 2017, as vendas no mercado interno registraram 44,4 mil máquinas negociadas, número 1,5% superior às 43,7 mil em 2016 (número para tratores).

Os próprios resultados financeiros já alcançados pela Stara são um bom exemplo das perspectivas de crescimento do setor e de que a companhia já segue a tendência de atender ao agricultor que busca novas tecnologias e produtos para aumentar a produtividade e reduzir os custos de produção.

A empresa apresentou no terceiro trimestre de 2017 um Lucro Líquido de R$ 43,4 milhões, o que significa um valor 325,5% superior aos R$ 10,2 milhões alcançados no mesmo período de 2016. Outro exemplo é o EBITDA (ou Lajida – lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que no terceiro trimestre de 2017 foi de R$ 81,3 milhões, 126,2% maior que os R$ 35,9 milhões do terceiro trimestre de 2016.

 

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