Sul e Sudeste buscam novas tecnologias para ser mais eficientes na pecuária


AGROCOOP


Os pecuaristas do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais, de acordo com Igor Sokoloski, coordenador de território da Phibro Saúde Animal, investem em novas tecnologias para aumentar a produtividade dos seus rebanhos.

Essa constatação foi feita durante o Rally da Pecuária 2017, quando foram visitadas desenhas de fazendo para coleta de dados. “Pudemos conhecer a realidade de cada região e suas peculiaridades. Essa experiência é muito válida para compreender melhor as exigências de cada produtor, de acordo com sua realidade. Essas visitas a campo nos aproximam dos pecuaristas interessados em buscar novas soluções e tecnologias disponíveis para o aumento dos resultados econômicos do seu negócio”, explica Sokoloski.

O coordenador de território da Phibro também lista os destaques e diferenças das regiões por onde a expedição já passou.  “No Rio Grande do Sul, o potencial de evolução da pecuária é muito grande devido à excelente genética para produção de carnes de altíssima qualidade. Já no Paraná, o pecuarista sabe que precisa usar tecnologias modernas para terminar bem o animal. Ele entende a importância de cuidar da nutrição para que o animal se desenvolva mais rapidamente. Esse é o caminho a ser seguido pelas demais regiões do Brasil”, comenta Igor Sokoloski.

Na região Sudeste, a área original de pecuária diminui a cada ano e perde espaço para a agricultura. Em São Paulo, a equipe do Rally da Pecuária identificou que quem optou em continuar na atividade pecuária está intensificando a produção e ampliando os investimentos. Com isso, utilizam menos área para produzir mais.  Igor Sokoloski destaca que, em Minas Gerais, o cenário também não é diferente. “Um exemplo. Visitamos o município de Frutal. Lá, além de tradição no cultivo de frutas, a competição ficou bem mais séria com a pecuária. Observamos é que o pecuarista que permaneceu no gado está interessado em se atualizar e, assim, tornar-se mais profissional e lucrativo”, analisa o profissional da Phibro.



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