Empresas e cooperativas ainda são minoria no descarte regular de eletrônicos enquanto pessoas físicas descartam com mais frequência

Publicado em: 12 abril - 2019

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Coopermiti / Foto: DINO

Muitas empresas concordam com políticas de educação ambiental, mas não praticam esses ideais. A Cooperativa de reciclagem de Lixo Eletrônico, Coopermiti, realizou um levantamento dos descartes de aparelhos quebrados ou sem uso e observou que os cidadãos comuns são mais conscientizados e preocupados com o descarte regular de eletrônicos do que empresas ou indústrias – que têm um número maior de eletrônicos que poderiam ser encaminhados para a reciclagem.

Grupos empresariais que atualizam o hardware com mais frequência; ou escritórios que substituíram monitores, televisores ou mesmo teclados e mouses, preferem armazenar o lixo eletrônico em almoxarifados ou guardá-los em depósito ao invés de descartar corretamente. Em muitas empresas, é possível encontrar PCs antigos e até mesmo máquinas de escrever.

Muitas vezes por falta de informação, todo lixo eletrônico é enviado diretamente para o lixo comum e acaba indo parar em aterros sanitários – o pior destino para esses equipamentos porque passam a ser perigosos quando expostos ao sol e à chuva, uma vez que podem liberar substâncias como Mercúrio, Cádmio, Cobre, Cromo, entre outros.

Destruição de Dados

A falta de iniciativa na hora do descarte regular é, em alguns casos, devido à preocupação em proteger os dados dos clientes contidos nas máquinas. No entanto, manter os equipamentos no almoxarifado pode ser muito mais arriscado. A Coopermiti fornece o laudo de Destruição Segura de Dados – a cooperativa realiza um processo que elimina as chances de que as informações contidas em dispositivos de armazenamento possam ser recuperadas, evitando o acesso indevido ao conteúdo.

Outro fator que aparece como impeditivo para o descarte regular é o transporte das máquinas – às vezes por desconhecimento e as vezes por falta de veículo adequado, devido ao grande volume de equipamentos nas empresas, por exemplo. Com sede em São Paulo, a Coopermiti realiza o serviço de retirada de lotes de equipamentos de empresas, o agendamento também pode ser efetuado pelo site.

Além disso, a cooperativa conta com diversos pontos de coleta espalhados pela cidade que podem ser o endereço final de equipamentos eletrônicos quebrados ou sem uso.


Fonte: Portal A Eletrônica em Foco com adaptação da MundoCoop



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