Alunos da FEI desenvolvem projetos voltados para o Agronegócio


Especial


Alunos de Engenharia Mecânica da FEI ao lado do Eqüus

Formandos do curso de Engenharia Mecânica e de Engenharia Elétrica do Centro Universitário FEI produziram quatro projetos de conclusão de curso, que trazem melhorias para o dia a dia do pequeno produtor no campo.

O veículo, denominado EqüuS, possui sistema de transmissão hidráulica, é de fácil manuseio e capaz de atuar em diversas atividades agrícolas. O EqüuS é um trator voltado ao pequeno produtor de hortaliças, no qual podem ser acoplados implementos que fazem todas as operações que o agricultor precisa de uma maneira mais eficiente e produtiva, ou seja, prepara o solo, abre sulcos, realiza a semeadura, pulveriza a plantação e aplica plástico por cima da área plantada, além de tracionar carreta e perfurar o solo para colocar estacas para construção de cercas. O EqüuS também protege a ergonomia do condutor, garantindo mais segurança e evitando riscos de acidente. Vídeo sobre o trator no link.

Já outro grupo de alunos desenvolveu o Abautac, um sistema automatizado de fertilização e irrigação automática para agricultura familiar e agricultores de médio porte, que utiliza como ferramentas sensores, interface-homem-máquina e um aplicativo para smartphone.

O Terra Brasilis, por sua vez, é um projeto de engenharia básica que consiste em uma colheitadeira mecânica para raízes tuberosas variadas que irá auxiliar o trabalho do agricultor: melhorando sua ergonomia, maximizando sua produtividade em relação à que ele possui atualmente e que tenha um custo competitivo para suas diversas aplicações.

Já o quatro protótipo, é o Osíris, que tem como objetivo atender às necessidades do pequeno produtor rural, por meio do desenvolvimento de um sistema de dosagem de disco único, capaz de alimentar duas linhas de plantio. A solução proporciona precisão análoga aos implementos disponíveis no mercado, alimentando duas linhas ao invés de uma, como é observado nas semeadoras convencionais, resultando na atenuação dos custos operacionais, tornando assim, mais acessível ao pequeno agricultor os benefícios de uma semeadora de alto desempenho.



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