CoopTalks 2020: O maior evento digital do cooperativismo

Publicado em: 21 julho - 2020

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Celebrando o Dia Internacional do Cooperativismo, representado no Brasil como o Dia C, a MundoCoop promoveu um evento inovador que levou reflexões e conhecimento para o mundo

O ano de 2020 veio para marcar não só o início de uma década, mas também o surgimento de uma nova realidade. E hoje, com as transformações potencializadas com a chegada da pandemia do Covid-19, o “novo normal” deixou de ser uma zona de segurança para se tornar um futuro incerto.

Com a premissa básica de que “são nas grandes crises que se pode enxergar as oportunidades”, o cooperativismo vem se fortalecendo no mundo como um grande propagador de valores de cooperação, humanização e sustentabilidade. E, para comtemplar o modelo, a ONU proclamou, em 1992, o Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado anualmente no primeiro sábado do mês de julho. Já no Brasil, desde 2009, nasceu o Dia de Cooperar (Dia C) que, celebrado no mesmo dia, tem como objetivo desenvolver projetos de responsabilidade social, colocando em prática os valores enraizados no movimento por meio de ações voluntárias.

Pensando nisso, a MundoCoop, que há mais de 20 anos mantém firme seu compromisso de levar informação para a população, promoveu o “CoopTalks 2020: Inovação, Inspiração e Cooperação!”, o maior evento digital sobre cooperativismo que buscou propagar conhecimento, instigar ideias e discutir formas de impulsionar a evolução do movimento no Brasil!

O evento, que aconteceu nos dias 1° e 2° de julho, teve uma duração total de 9 horas e quase cinco mil inscritos em uma plataforma personalizada onde, gratuitamente, puderam presenciar palestras de 18 convidados que, mais do que partilhar experiências, estimularam o público a partir dos temas abordados nos painéis que englobam inovação, sustentabilidade, gestão de conhecimento e comunicação, traçando suas visões para um futuro mais cooperativo e instigando a reflexão de como podemos, em meio a crise, reagir e se colocar como parte da solução, criar e ressignificar o dia a dia e fortalecer o cooperativismo nacional. 

Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) avaliou que estamos passando por “um ciclone de ideias e mudanças”. Transformações desde política a comportamentos. “As novas gerações querem inovação, o mundo está carente de ferramentas participativas, e estamos diante de uma grande oportunidade para o movimento cooperativista. A cooperativa, como sociedade de pessoas, que valoriza o humano, acaba sendo um armazém de confiança. É do que a humanidade está precisando”, declarou. Freitas afirmou que não vê a construção do cooperativismo do futuro sem empenho em inovação. “É fundamental, pensar o que não foi pensado, agir diferente. Precisamos estabelecer a cultura de inovação dentro do cooperativismo. É importante que cada cooperativa pense nesse sentido”.

Despertar a inovação no cooperativismo

Abordando o tema inovação, Martha Gabriel, especialista em negócios, tendências e inovação discutiu como despertar o potencial disruptivo das cooperativas. Ela destacou que inovar é necessário para a sobrevivência. Pode-se inovar em qualquer setor, mas como fazê-lo depende de métodos, processos e pessoas. “Há duas partes do como inovar: a ideação e a realização”, disse, explicando que parte-se de um problema, que vai direcionar a ideais criativas. Por isso, é preciso ter claro a missão, visão e valores organizacionais. “A inovação é a criatividade implementada com um objetivo específico em mente”. Para fazer a ideia se tornar real, são necessários métodos e processos, e nesse ponto, a tecnologia é aliada imprescindível.

Para Martha Gabriel, não há empresas criativas e inovadoras sem diversidade, pessoas às quais seja permitido criar. “Pessoas sem processos e métodos limita o potencial criativo; tecnologia e processo, sem pessoas, perdem o direcionamento humano; e tecnologia sem processo perde o direcionamento de negócios”, disse. Cada inovação agrega valor, e eventualmente pode inclusive romper padrões. “A disrupção não é algo que se planeja. Planeja-se melhorar a estrutura para ser mais inovador. Eventualmente alguma inovação causa impacto tão grande no mundo que vira uma disrupção”.

A especialista aponta que para se ter uma organização inovadora, o apoio da liderança é essencial, promovendo uma cultura que incentive o pensamento criativo. “Inovação está relacionada a erro e investimento, sem apoio, as pessoas acabam não levando adiante suas iniciativas criativas. Cabe à liderança enxergar e potencializar esses fluxos de inovação”. E como só erra quem tenta, Martha sublinha, “erro é ponto de partida, não fracasso”.

Ainda sobre o tema inovação, Mario De Conto, diretor geral da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop) e membro do Comitê ACI-Américas, abordou o cooperativismo de plataforma, considerando que as cooperativas trabalham com livre adesão, gestão democrática, resultados proporcionais às operações, uma opção mais justa frente o capitalismo de economia colaborativa, que tem revelado precarização das relações de trabalho, falta de transparência quanto a dados e remuneração. “Com controle coletivo, os sócios participam das votações e têm maior transparência”. O desafio dessas cooperativas é concorrer com outras plataformas. “A intercooperação entre cooperativas locais e plataformas de atuação nacional e internacional pode ser a oportunidade para ganho em escala”, acrescentou.

Andrea Iorio, especialista em transformação digital, liderança e potencializarão de novos negócios, lembrou que digitalização e transformação digital são temas úteis ao cooperativismo, e que haveria duas formas de tratá-los: externa, com a cooperativa apoiando a transformação digital dos cooperados; e interna, com implementação de novos processos e eficiência. Esta, abarca novos modelos de negócios, inovação aberta, próxima a ecossistemas de startups para trazer maior inovação, automação e metodologias ágeis, educação digital e transformação cultural, que permita ver o ambiente online como aliado.

Tiago Martins, coordenador de programas de inovação para o cooperativismo e especialista em governança, sustentabilidade e gestão estratégica da inovação, acrescentou que o processo de inovação pressupõe pensar, sentir e agir diferente. É pertinente buscar capacitação e ferramentas que possam auxiliar as cooperativas a serem mais competitivas e sustentáveis.

Sustentabilidade: a simbiose entre desenvolvimento social e econômico

Para lançar uma visão futurista quanto à sustentabilidade, Gil Giardelli, professor referência em economia digital e inovação e membro da Federação Mundial de Estudos do Futuro (WFSF, sigla em inglês), trouxe a visão da “Sociedade 5.0”. Uma revolução científica, que, por exemplo, abre espaço à maior interação entre robôs e humanos e amplia da economia digital. Novas formas de comércio digital inclusive já estão sendo aceleradas pela pandemia. “Uma pandemia muda a consciência das pessoas; mas é a próxima geração que muda hábitos”, lembrou Giardelli.

Segundo ele, estamos em fase de transição, ‘tempos pós-normais’ – termo cunhado pelo economista britânico-paquistanês Ziauddin Sardar –, período de contradições, de caos, que exige inclusive um novo capitalismo. O remédio seria colaboração, conectividade e criação. “Essências do cooperativismo”, apontou. “Tem um mundo fantástico acontecendo, que vai ser mais inclusivo, sem tantas diferenças sociais; seremos uma grande aldeia global”.

Ricardo Voltolini, consultor em sustentabilidade empresarial, destacou a sinalização dada no Fórum Econômico Mundial, realizado no início do ano, sobre a necessidade de um novo tipo de capitalismo, o capitalismo de stakeholder. Seria uma forma mais ética e transparente de fazer negócios, com propósito à frente de lucro. “Pela primeira vez discutiu-se um jeito de ser mais sustentável nos negócios”, ressaltou. “Há movimentos de grandes organizações e investidores pregando que empresas sejam mais sustentáveis, pois não dá para pensar negócios que sigam agredindo o meio ambiente, tratando humanos como recursos”.

Para Voltolini, é um novo modelo de empresa orientado por propósito que está surgindo. “É uma discussão civilizatória. As pessoas querem empresas mais respeitosas ao ser humano e ao meio ambiente”. E aí, explicou, surge a importância da retomada dos valores, mais cooperação na construção de respostas a problemas da sociedade. “Vemos que o cooperativismo já faz isso há tempos, tem propósito, trata os humanos como humanos, tem transparência, liderança orientada pelos valores. É um laboratório dessas praticas todas, o que falta é comunicar isso adequadamente”.

José Barbosa Ribeiro, idealizador do Centro Sebrae de Sustentabilidade e diretor-presidente do Sebrae-MT, observou que o sétimo princípio cooperativo diz expressamente trabalhar o desenvolvimento sustentável das comunidades. Mas, que boa parte dos cooperados ainda desconhece o conceito de sustentabilidade. Ele defendeu a capacitação de cooperados e colaboradores nessa área. “Se as decisões são tomadas democraticamente, todos devem entender e advogar a sustentabilidade. Não é suficiente só o corpo diretivo compreender, porque esse assunto em assembleia pode não ser entendido e não figurar como prioridade”, opinou. Para por em prática a sustentabilidade, apontou a intercooperação. “Acredito que as soluções estão dentro do próprio sistema cooperativista. Não custa muito e está ao alcance que as cooperativas sejam complementares”.

Acrescentou às discussões Maria Flavia Bastos, professora das áreas de Empreendedorismo e Sustentabilidade pela Fundação Dom Cabral. Ela comentou sobre o tema abordado em seu livro “Ainda não temos resposta: reflexões sobre uma economia baseada no afeto”, que trata a necessidade de se adotar um comportamento social mais cooperativo. “Bem antes da pandemia já estávamos muito doentes, vivendo em uma sociedade do individualismo e desigualdade. Sem cooperação, sem coletividade, não vamos a lugar nenhum”, defendeu. Para ela, precisamos pensar no novo capitalismo, uma forma de afetar positivamente a nossa sociedade, com mais justiça e oportunidades. E lembrou o escritor Michael Porter ao dizer que “é possível ter uma economia em que haja lucro, mas ao mesmo tempo ofereça e compartilhe valor com a sociedade”.

Em constante aprendizagem

Com as inúmeras incertezas instauradas na nova realidade de todos, o cooperativismo conquistou destaque mais uma vez fugindo do medo de agir e alcançando aqueles que precisam de oportunidades para seguir, traçando um caminho de desenvolvimento. E questionando como a inovação do movimento pode ampliar ainda mais sua capacidade que o Palestrante e Autor de Inovação, Arthur Igreja fez a abertura do segundo dia do CoopTalks. “Os livros mais recentes, que trazem modelos de negócios disruptivos, apontam para o cooperativismo como alternativa”. Por isso, capacitação para entregar cada vez mais valor é fundamental. “Os cooperados vão estar cada vez mais atentos ao desempenho dos negócios, e os gestores serão mais cobrados por resultados e excelência. É interessante ver o quanto a profissionalização do cooperativismo avança a passos largos”, avaliou.  Igreja indicou que um grande desafio ainda é levar conhecimento do que é o cooperativismo a tantos brasileiros que o desconhece.

Após essa abertura que explanou um panorama entre passado, presente e futuro, foi aberto o painel que trouxe um tema extremamente relevante para o equilíbrio e progresso das cooperativas, a Gestão de Conhecimento. Sob o tema, José Salibi Neto, especialista em gestão, apresentou algumas discussões que aborda em seu livro “O novo código da cultura: vida ou morte na era exponencial”, escrito em co-autoria com Sandro Magaldi. Ele afirma que o principal desafio às organizações não é tecnológico, mas sim a transformação cultural das pessoas. O autor explicou que o ambiente externo muda rapidamente e exige ajustes na forma de liderança, modelos de negócios e cultura. No entanto, grande parte das organizações foi construída com base em modelos desenvolvidos muitas décadas atrás, e nem mesmo as escolas de negócios foram capazes de acompanhar as transformações digitais deste século. “Temos por um lado a tecnologia, que avança muito rápido, e do outro, sistemas de gestão antiquados. A coisa não combina”. E decretou: “se as empresas não se transformarem continuamente, acabarão se perdendo. Inovação e estratégia estão intimamente ligadas, cada inovação exige adaptação na estratégia”.

“As empresas sabem que é mais fácil comprar sistemas do que mudar pessoas”, disse. Transformação cultural é tarefa árdua às organizações. Ele definiu cultura como o jeito que a organização faz as coisas acontecerem, como as pessoas agem quando não são observadas e todo o sistema de ações, envolve valores e crenças que se desenvolvem na organização e ajuda a orientar seus membros.

“O cooperado precisa ser um sujeito ativo, atento às transformações”, afirmou Maíra Santiago, especialista em liderança e transformação nos negócios e diretora-presidente da cooperativa Coletiva. Para Maíra, as cooperativas melhoram à medida que as pessoas aprendem e evoluem, tendo, cada um, consciência do seu papel no grupo; e que somos capazes de mudar a realidade em favor do coletivo, desde que educados para isso.

Rodrigo Casagrande, diretor da RCA Governança & Sucessão e professor de governança corporativa e sustentabilidade empresarial, abordou a governança cooperativa e seus princípios, que envolvem: transparência (importância da participação em assembleias), autogestão (conselheiros preparados, com conhecimento técnico e comportamental para o cargo), senso de justiça (preocupação com vencer a exclusão e contemplar a diversidade), sustentabilidade (repensar os danos potenciais) e educação (profissionalização que permeia os demais princípios). “Fazendo o certo sempre, e cada vez melhor”.

Pablo Baião, professor do curso de Cooperativismo da Universidade Federal de Viçosa (UFV), tratou a educação online, que nos dias atuais tornou-se inclusive a única alternativa à continuidade de estudos de milhares de alunos, e falou ainda sobre os desafios da aplicação do ciclo de aprendizagem vivencial – um método composto por cinco fases: vivência, relato, processamento, generalização, aplicação – de maneira online. Ele lembrou que somente aplicar as técnicas de ensino presenciais no ambiente virtual é um erro, é preciso produzir conteúdo especifico para ensino por plataformas digitais. Esse processo precisa levar em conta tanto os imigrantes digitais (que foram do offiline para o online) e os nativos digitais (sempre conectados). “O desafio é criar uma experiência digital assertiva, menos excludente e agregar mais pessoas”. Além disso, nas novas formas de ensino e aprendizagem, o professor não é mais o detentor do conhecimento. “O resultado é um aprendizado mais rico, que pode mudar cultura e gerar evolução nas organizações”.

Comunicação ampla e eficiente

Tema cada vez mais relevante ao cooperativismo, a comunicação não poderia ficar de fora das discussões do Cooptalks 2020. Tânia Zanella, gerente geral da OCB abordou o movimento Somos Coop, que faz parte do planejamento estratégico de comunicação da Organização. Uma iniciativa que tem muito a contribuir com o setor, pois, segundo Tânia, a sociedade ainda não compreende o cooperativismo. “Iniciamos dentro de casa, com colaboradores, dirigentes, em todas as 27 organizações estaduais, sensibilizando todos sobre a importância do movimento, para que fôssemos os advogados desse projeto”, disse. A partir daí, o movimento ganhou as cooperativas.

Com webséries e interações em mídias sociais, despertam o orgulho de ser cooperativista. No ano passado, o movimento ganhou outra marca, o carimbo Somos Coop, que faz a conexão entre cooperativa e consumidor. “É a indicação de que é muito mais que um produto ou serviço, são valores, princípios envolvidos, têm famílias por trás. Hoje temos mais de 800 cooperativas conectadas nesse grande projeto”, comemorou.

José Rossato Junior, presidente da Coplana Cooperativa Agroindustrial, para responder ao questionamento se a sociedade conheceria o propósito do cooperativismo, começou mergulhando na história dessa cooperativa do interior de São Paulo, voltada à produção de cana-de-açúcar, soja e amendoim, e verificou que o objetivo de sua criação foi econômico: produtores se unindo para comprar insumos a preços mais competitivos. Mas, hoje, o cooperativismo ganha outras faces, como auxiliar o produtor a crescer, e a sociedade preza por organizações com propósitos, valores, que se importam com a comunidade, qualidades que poderiam ser melhor comunicadas pelo cooperativismo. Mas, “somos deficitários na nossa comunicação”, reconheceu. E propôs reflexões sobre a forma de comunicação de cada cooperativa com seus cooperados, clientes e a sociedade. “Temos espaço enorme para avançar em comunicação”.

Romeu Busarello, professor nas áreas de transformação digital e inovação e diretor de marketing em ambientes digitais da construtora Tecnisa, trouxe à discussão o marketing digital e inovação na comunicação. Ele ressaltou que a forma de fazer marketing mudou, e os dados passaram a apontar os caminhos. “Com dados, saio da intuição para a intimidade, leio os rastros digitais dos clientes, o que permite fazer ofertas mais relevantes”, disse. Para isso, o CRM (Customer Relationship Management) é ferramenta essencial. “Quem não pensa o futuro, trabalha o presente usando ferramentas do passado. Não podemos usar mapas antigos para caminhos novos”, declarou.

O profissional dessa área precisa estar em constante adaptação e atualização. “Para liderar os novos profissionais, conviver com a diversidade. É uma administração colaborativa. Isso demanda habilidades diferentes do gestor, que deve se adaptar, sempre aprender. Faz parte da sobrevivência”, ressaltou.

Contribuiu ainda nas discussões José Luiz Tejon, consultor, escritor nas áreas da gestão de vendas, marketing em agronegócio, liderança, motivação e superação humana. Ele afirmou que a cooperação é um símbolo de superação, pois nasceu a partir de crises. E nesta crise, gerada pela pandemia, tem muito a crescer. Para isso, é preciso abrir espaço à intercooperação.

Cooperar exige uma dose de coragem. “Basta de vitimização, afinal, o cooperativismo significa a vitória da coragem sobre a covardia. A partir da coragem encontramos confiança, marca registrada da cooperação”, defendeu. “Cooperação precisa de liderança que coloque o longo prazo como fator decisório, compreenda que eu sem o nós em pouco tempo vira ninguém. Por isso, precisa um trabalho educativo constante”, além de se fazer conhecer por meio da comunicação.

Cooptalks 2020 teve show de encerramento, comemorando o Dia C

Encerrando oficialmente o Cooptalks 2020 e as festividades do Dia de Cooperar (Dia C), a MundoCoop promoveu ainda um show ao vivo, na página da revista no Youtube, com a banda paulista Bee Gees Alive, primeiro grupo brasileiro a interpretar, desde o início dos anos 2000, a obra da banda formada pelos irmãos Barry, Robin e Maurice Gibb. Os clássicos de Bee Gees como Massachusetts, Words, To Love Somebody, Stayin´Alive, Night Fever, How Deep is your Love entre outros sucessos do grupo australiano alegraram a noite de milhares de famílias cooperativistas e outras tantas que estão descobrindo a relevância desse modelo de associativismo que busca maior equidade, compromisso, e que já nasce sempre também com um olhar social.

O CoopTalks 2020 marcou o início do trabalho da MundoCoop na dimensão social do cooperativismo e não pretende parar por aí! Buscando se reinventar diariamente e trazer um conteúdo de qualidade para seus leitores e espectadores, deixou uma ponta de esperança e, acima de tudo, uma promessa de muitos projetos à vista. Até a próxima!


Por Jady Mathias Peroni e Nara Chiquetti – Matéria publicada na Revista MundoCoop, edição 94



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