Inteligência artificial


Gestão


Mercado da inteligência artificial cresce dia a dia

Considerada a 4ª Revolução Industrial, a Inteligência Artificial (AI em inglês) traz uma disruptura social e tecnológica ao mesmo tempo que possibilita diversas oportunidades. Desde que surgiu, em 1990, a Inteligência Artificial evoluiu da criação de sistemas que respondessem a diversos tipos de perguntas a robôs capazes de compreender a linguagem humana e correlacionar informações, o que pode otimizar uma série de processos, tornando mais ágeis e sem erros, com aplicação em diferentes tipos de negócios e setores, permitindo elevar a capacidade de análise e otimizar o trabalho das equipes, com melhor qualidade de vida para os funcionários.

O que não falta são pesquisas e estudos tratando do assunto. E os números impressionam.

A consultoria BCC Research, por exemplo, apontou que o mercado de “máquinas inteligentes” – incluindo software, sistemas especialistas, robôs autônomos (carros autônomos estão neste grupo), assistentes digitais, sistemas embarcados e neurocomputadores – apresenta crescimento médio anual ao redor de 20%, elevando o resultado de US$ 5,3 bilhões em 2013 para US$ 15,2 bilhões em 2019.


Já relatório do Information Services Group (IS), informa que a RPA Robótica de Processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de 5 a 10 vezes mais rápido e com 37% menos recursos, em média. A estimativa é que até 2050, estejam automatizadas cerca de 80% das atividades realizadas por humanos. De acordo com a McKinsey, com a tecnologia disponível atualmente, 45% das tarefas já podem ser realizadas por robôs.

Para o Gartner, os agentes inteligentes facilitarão 40% das interações móveis até 2020. O mercado para soluções cognitivas e de AI apresentará uma taxa de crescimento anual composta de 55,1% entre 2016 e 2020, segundo o IDC, passando de quase 8 bilhões de dólares em receitas para 47 bilhões.

Estudo realizado pela Tata Consultancy Services em quatro regiões do mundo, incluindo o Brasil – divulgado por Mateus Azevedo, da Bluelab – apurou que os entrevistados estimam redução líquida de 4% a 7 % em cada função até 2020. Entretanto, empresas com maiores receitas e eficiência de custos gerados pela AI enxergam que a demanda de novos postos de trabalho deve triplicar devido a esta tecnologia. 7% das empresas destinaram, no mínimo, US$ 250 milhões para a AI em 2016 e 2% pretendem investir mais de US$ 1 bilhões; 84% das empresas consideram a AI essencial para a competitividade; 67% dos departamentos de TI já utilizam a AI para detectar invasões, problemas de usuários e automação; 32% acreditam que até 2020 os setores mais impactados serão vendas, marketing e atendimento ao cliente; e 20% creem que finanças, RH, planejamento e desenvolvimento empresarial serão os setores mais impactados.



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