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Cooperativismo em consolidação

A Cocamar, de Maringá/PR, Corol, de Rolândia/PR e a Cofercatu, de Porecatu/ PR estão se unindo para ganhar economia de escala, agregar valor aos produtos agrícolas de seus cooperados, uma aproximação que esta no capitulo final, com a fusão das três cooperativas agrícolas e agroindustriais paranaenses, será um passo significativo e sem volta para o processo de consolidação também deste setor.
O objetivo é aprimorar os serviços de fornecimento de insumos (defensivos e fertilizantes) e buscar sinergias para sua logística de armazenagem, transporte e comercialização, o sistema cooperativista agrícola brasileiro lançou as bases para o que é hoje 0 agronegócio brasileiro, partindo principalmente dos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. Mas estão na história de nossa agricultura potencias como a CAC – Cooperativa Agrícola de Cotia, nascida nos anos 30, a Fecotrigo – Federação das Cooperativas Tritícolas do Rio Grande do Sul, a Cotrijuí – Cooperativa Tritícola Serrana de Ijuí/RS e a própria Cocamar, originalmente Cooperativa de Cafeicultores de Maringá.
A chegada das multinacionais dos cereais e oleaginosas, nos anos 70, com suas modernas técnicas de gestão e grande poder financeiro não foi o motivo da perda de competitividade do cooperativismo agrícola brasileiro, o fato é que o sistema ficou atrasado por décadas, com raras exceções, mantendo métodos amadores de administração e buscando parcerias com as grandes empresas exportadoras, particularmente para a comercialização de seus produtos e o financiamento de seus cooperados.
Mas o conceito cooperativista sobreviveu, ampliou-se para a agroindústria e agora entramos em um processo de consolidação do setor que certamente deve se intensificar em mãos mais fortes e com poder de dar continuidade ao avanço que o sistema necessita.
A Cocamar, de Maringá/PR, Corol, de Rolândia/PR e a Cofercatu, de Porecatu/ PR estão se unindo para ganhar economia de escala, agregar valor aos produtos agrícolas de seus cooperados, uma aproximação que esta no capitulo final, com a fusão das três cooperativas agrícolas e agroindustriais paranaenses, será um passo significativo e sem volta para o processo de consolidação também deste setor.
O objetivo é aprimorar os serviços de fornecimento de insumos (defensivos e fertilizantes) e buscar sinergias para sua logística de armazenagem, transporte e comercialização, o sistema cooperativista agrícola brasileiro lançou as bases para o que é hoje 0 agronegócio brasileiro, partindo principalmente dos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. Mas estão na história de nossa agricultura potencias como a CAC – Cooperativa Agrícola de Cotia, nascida nos anos 30, a Fecotrigo – Federação das Cooperativas Tritícolas do Rio Grande do Sul, a Cotrijuí – Cooperativa Tritícola Serrana de Ijuí/RS e a própria Cocamar, originalmente Cooperativa de Cafeicultores de Maringá.
A chegada das multinacionais dos cereais e oleaginosas, nos anos 70, com suas modernas técnicas de gestão e grande poder financeiro não foi o motivo da perda de competitividade do cooperativismo agrícola brasileiro, o fato é que o sistema ficou atrasado por décadas, com raras exceções, mantendo métodos amadores de administração e buscando parcerias com as grandes empresas exportadoras, particularmente para a comercialização de seus produtos e o financiamento de seus cooperados.
Mas o conceito cooperativista sobreviveu, ampliou-se para a agroindústria e agora entramos em um processo de consolidação do setor que certamente deve se intensificar em mãos mais fortes e com poder de dar continuidade ao avanço que o sistema necessita.
 

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