Cooperativa renova infraestrutura digital para aperfeiçoar atendimento do usuário

Publicado em: 09 dezembro - 2020

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Oferecer uma melhor experiência ao cooperado, que passa a dispor de uma avançada estação de trabalho (desktop compartilhado), dotada de novas ferramentais digitais. É o que anunciou, recentemente, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial, que decidiu modernizar a infraestrutura da sua rede de 90 unidades operacionais, distribuídas pelos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.  

Em sua nova fase, o projeto implantou soluções Citrix, que cobriram as áreas operacional, administrativa e fabril, perfazendo 1,5 mil licenças da solução Virtual Apps, que teve picos de audiência online de 900 a 1 mil pessoas. Na verdade, a ideia de renovação surgiu em 2007, quando a cooperativa tinha dificuldades para manter o setor de TI, sobretudo na gestão de custos, atualização de dados e nas operações em ambientes externos. A atualização de  programas, por exemplo, que na época levava semanas para ser feita, agora é concluída em poucas horas. 

Em substituição ao padrão anterior, a Cocamar hoje dispõe de dois datacenters terceirizados – um, em Curitiba (PR); um DR (disaster recovery), em São Paulo, e outro, em Maringá (PR) – já em condições de rodar o Citrix. A partir de agora, três Citrix ADC vão fornecer solução para balanceamento de carga e entrega de aplicações, configurados para acesso externo e redundância. 

Passado o tempo em que não havia a cultura organizacional do chamado “home office”, a cooperativa dispõe hoje de 300 colaboradores, cujo trabalho remoto foi ativado da ‘noite para o dia’. Segundo a gerente-executiva de TI e Gestão do COVID-19, Paula Cristina Agulhas Rebelo, acentua que o trabalho remoto passou a adotado rapidamente, em razão do emprego da nova infraestrutura da Citrix, mediante uma transição tranquila e estável. “A infraestrutura robusta já implantada fez a toda a diferença nessa mudança”, lembro. A digitalização também tornou corriqueira a realização de reuniões virtuais em suas 90 unidades.

 A preocupação da Cocamar com a segurança também está presente, pois o acesso a VPN pelo usuário é controlado pela plataforma Citrix, o mesmo valendo para o quem trabalha pelo regime home-office. Outro reforço nesse setor, seria o reforço de proteção para acessos externos, mediante o uso do segundo fator de segurança no Citrix ADC. Como exemplo da importância estratégico-econômica do investimento realizado, Paula Cristina conta que “tivemos o recorde de recebimento de grãos em 2020, que chegou a 3,5 milhões de toneladas. Se a infraestrutura parasse apenas por um dia, representaria um prejuízo na casa de milhões de reais”, estima.

 A gerente-executiva acrescenta, ainda, que a manutenção do hardware ainda é algo muito relevante na mensuração dos resultados, pois o projeto com a Citrix reduz ‘drasticamente’ a necessidade da dinâmica da manutenção e o custo (de máquinas e staff te TI), operação que seria inviável, segundo ela, sem o gerenciamento centralizado.

Mas a cultura de assimilação de novas tecnologias pela Cocamar já conta muito tempo. ““Há mais de 12 anos, a Cocamar tem apostado em tecnologias Citrix para aprimorar a experiência do usuário e empoderar seu pessoal por meio dos espaços de trabalho digitais”, destaca a diretora da Citrix, Luciana Pinheiro. Quando a crescente demanda por produtos/serviços via digital e a massificação do trabalho home office passaram a ser uma tendência consistente, a cooperativa, segundo a diretora, “já estava preparada para trabalhar de forma segura e a partir de qualquer lugar”.


Por Marcello Sigwalt – Redação MundoCoop


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