O caminho do café: cooperativa sólida e segura

Publicado em: 21 junho - 2022

Leia todas


Segurança e solidez são as marcas da Cocatrel, uma cooperativa agropecuária que armazena e comercializa café, soja, milho, trigo e sorgo, além de contar com lojas em 9 cidades da região. O principal negócio é o café e, nesse sentido a cooperativa garante um acesso privilegiado para os cooperados, contando com 15 armazéns em 11 cidades, o que proporciona custos menores em função de deslocamento; e segurança, já que, na Cocatrel, os cafés são segurados, bem armazenados, visto que os armazéns são certificados; e há todo um processo de rastreamento, que identifica os cafés na entrada e o acompanham por todo o processo: da classificação à comercialização.

Na primeira fase, o café do cooperado chega em um dos 15 armazéns da cooperativa, seja em bags, à granel ou em sacarias. O primeiro passo é pesar o café, o que ocorre em balanças devidamente aferidas e calibradas. Também nessa fase, os cafés recebem um código de identificação, que o acompanhará durante todo o processo.

Retira-se uma amostra desse lote, que é enviada ao departamento de classificação da cooperativa. Ali, os cafés passam pelos classificadores, que analisam percentual de catação, cor, aspecto, umidade e percentual de peneiras. Depois, são avaliados por dois provadores, que analisam e classificam o café em termos de bebida. Note que dois provadores por mesa reduzem a chance de uma classificação equivocada e, se há divergência, um terceiro repete a operação, proporcionado credibilidade ao processo. Esses procedimentos ocorrem em 24 horas, deixando os cafés disponíveis para a venda. Vale ainda lembrar que tudo é feito com base no código de entrada nos armazéns (QR-Code), o que torna o processo transparente, já que não aparece o nome do cooperado, sua fazenda ou mesmo sua região.

Na classificação, ficam disponíveis para o cooperado em seu extrato, que pode ser acompanhado pelo Portal do Cooperado. No caso de cafés personalizados, o ideal é que eles já entrem na cooperativa como tal. Isso deve constar na nota de entrada. Entretanto, o cooperado tem um prazo de até sete dias para personalizar o seu café. Se isso não ocorrer, os cafés poderão integrar lotes maiores, destinados à venda, facilitando inclusive a logística de armazenamento, preparo e expedição. Ainda assim, os cafés são precificados de acordo com sua classificação original.

Caso o produtor não concorde com a classificação, pode recorrer ao departamento de comercialização de sua cidade, num prazo de até seis dias após a entrada do café, e pedir uma nova classificação ou contraprova. De acordo com Marco Valério Araújo Brito, diretor presidente da Cocatrel, “essa transparência é fundamental e faz com que a cooperativa seja percebida como sólida e segura. O produtor sabe que na Cocatrel, ele pode confiar”.

Na avaliação dos cafés, que é feita em 24 horas, os cafés identificados como diferenciados, tendo potencial de classificação superior, são enviados ao departamento de cafés especiais da cooperativa – o CDT. Lá eles passam por uma nova classificação, mais complexa, e que segue os padrões da Associação de Cafés Especiais. Se pontuados acima de 85 pontos, eles recebem a denominação de COC-CDT e serão comercializados pelo CDT: o departamento de cafés especiais da Cocatrel. A classificação como COC-CD 1 categoriza cafés cereja descascado com pontuação entre 82 e 84,99. Os COC 1 enquadram cafés com pontuação entre 83 e 84,99 pontos e os COC 2 referem-se à categoria de cafés com pontuação entre 82 e 82,99 pontos. As pontuações dos cafés enquadrados nessas quatro categorias (COC-CDT, COC-CD 1, COC 1 e COC 2) estão disponíveis no extrato do cooperado.

Vale ressaltar que os demais padrões não apresentam pontuação, visto que são avaliados pelo método da Classificação Oficial Brasileira, que ao invés de pontos, classifica os cafés em bebida mole, apenas mole, dura, riada e rio. Assim, eles aparecem no extrato classificados em padrões conhecidos como COC, que os categoriza em função de bebida, aspecto e seca. O percentual de catação também é analisado para se definir a precificação dos cafés.

Desse modo, os cafés estão prontos para serem comercializados e dependem da autorização do produtor. Isso pode ser feito pessoalmente, por telefone, pelo WhatsApp e pelo portal Cocatrel. Vale lembrar que existem várias modalidades de comercialização, sendo elas: o mercado do dia, a venda imediata, e com preço pré-fixado.

Em síntese, a Cocatrel é uma cooperativa sólida e segura, e por sua reputação de entregar a qualidade que negocia, cumprir contratos e preparar cafés para a venda, consegue preços mais altos para os cafés dos produtores. Somado a isso, processos internos transparentes e seguros fazem com que os cooperados confiem na cooperativa, que por isso, cresce de forma sustentável, tomando todos os cuidados para garantir a segurança do sistema como um todo.


Fonte: G1


Notícias Relacionadas:



Publicidade