Sistemas alimentares do Mercosul precisam de transformação

Publicado em: 25 março - 2021

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“Nossa região tem muito a oferecer, em termos de experiências, tecnologias e desenvolvimentos”

A pandemia da Covid-19 expôs os pontos fortes dos sistemas agroalimentares do Mercosul, que de qualquer forma têm uma agenda de transformação pela frente para garantir sua sustentabilidade e resiliência para o futuro. Esse foi um dos consensos alcançados na sessão de encerramento do seminário “Sistemas Agroalimentares Sustentáveis”, organizado em comemoração aos 30 anos do bloco comercial sul-americano, cuja Presidência Pro Tempore é exercida pela Argentina. 

O encontro virtual serviu para trocar reflexões e, principalmente, experiências de diferentes países, com a participação de representantes da Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e México. A organização esteve a cargo dos ministérios de Desenvolvimento Social, Relações Exteriores, Comércio Internacional e Culto e Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina, juntamente com o Instituto Social Mercosul e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). 

“Nossa região tem muito a oferecer, em termos de experiências, tecnologias e desenvolvimentos em sistemas alimentares seguros e sustentáveis, o que não significa que não tenhamos problemas. Fazemos um grande esforço para transformar nossa agricultura em produtos de maior valor agregado e maior valor de mercado ”, disse o chanceler argentino Felipe Solá. 

O Ministro das Relações Exteriores, que no passado foi Secretário da Agricultura, considerou que os dois grandes debates globais da atualidade são como erradicar a pobreza e a fome, que são também os primeiros Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pelas Nações Unidas. No entanto, Solá considerou que essas questões têm mais a ver com a demanda do que com a oferta de alimentos. 


Fonte: Agrolink


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