Uma rede cooperativista brasileira será um salto para podermos dobrar o agro de tamanho – José Luiz Tejon é palestrante internacional e especialista em agro

Publicado em: 23 novembro - 2020

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Falamos de redes sociais, de mídias sociais. O assunto redes sociais faz parte da história da superação humana contra os desafios da vida no planeta. Agora temos uma viabilidade tecnológica de nos reunirmos em redes sociais com imensa facilidade através da internet. Elas podem servir ao bem ou ao mal, como todos os inventos planetários. A diferença estará sempre na ética do seu uso.

Temos que crescer o nosso país. E temos dentro do Brasil realidades excelentes além de potencialidades exuberantes. Quer dizer, o Brasil não cabe mais dentro do PIB que promete ser menor do que US$ 1,8 trilhão, caindo para US$ 1,4 trilhão onde abandonaremos a lista das 10 maiores economias da terra. Então é necessário crescer urgentemente.

E dentro dos efetivos ativos nacionais temos as cadeias produtivas do agronegócio, a elas onde já somos grandes e muitas onde temos tudo para crescer muito mais, como a hortifruticultura, para citar apenas uma.

E para isso precisamos de realidades estruturais. E onde já as temos? No movimento cooperativista do Brasil, responsável já por cerca de 53,5% da produção agropecuária, além de ótimos exemplos agroindustriais, transportes, e as cooperativas de crédito com capilaridade indo onde ninguém mais tem ido no imenso Brasil, além de outros ramos.

Aí está o segredo para alavancarmos e dobrarmos o agro do Brasil, ao longo das cadeias produtivas toda , e então buscando US$ 1 trilhão no acumulado do antes, dentro e pós-porteiras conseguirmos impulsionar o total do PIB nacional para uma meta obrigatória de mais de US$ 4 trilhões nesta nova década.

O meio para isso? Colocarmos todo cooperativismo brasileiro em uma rede social integrada pela tecnologia: 1 milhão de agricultores, suas famílias, e criarmos nesse big data do progresso brasileiro a necessária ordem para a intercooperação, dentro do país e com o cooperativismo internacional da mesma forma.

Precisamos de soluções. Temos os meios. Temos os mercados. Temos a competência prática. A rede cooperativista na intercooperação, sem dúvida, uma fórmula exequível é factível para o Brasil que precisamos.


*José Luiz Tejon é palestrante internacional e especialista em agro



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