Balança tem superávit de US$ 806 milhões até segunda semana de janeiro

Publicado em: 18 janeiro - 2022

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A balança comercial registrou superávit de US$ 806 milhões até a segunda semana de janeiro. Comparado a janeiro de 2021, pela média diária, as exportações cresceram 33% e somaram US$ 9,94 bilhões, enquanto as importações cresceram 20,4% e totalizaram US$ 9,13 bilhões. Assim, a corrente de comércio aumentou 26,6%, alcançando US$ 19,07 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (17/01) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

As exportações de produtos agropecuários cresceram 96,6% e chegaram a US$ 1,59 bilhão. Já na Indústria Extrativa, houve recuo de 3,9%, somando US$ 2,28 bilhões. Na Indústria de Transformação, por sua vez, as vendas aumentaram 41,2% e chegaram a US$ 6,01 bilhões.

Na Agropecuária, o crescimento foi impulsionado pelas exportações de café não torrado (+40%), soja (+5.302,5%) e algodão em bruto (+9,9%). Na Indústria Extrativa, subiram principalmente as vendas de minérios de alumínio e seus concentrados (+92,5%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+69,3%), mas a média foi influenciada pela diminuição de vendas de minério de ferro e seus concentrados (-40,1%), minérios de cobre e seus concentrados (-59,5%) e minérios de níquel e seus concentrados (-100%).

Já a Indústria de Transformação elevou principalmente as vendas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+53,6%), carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+58,5%) e óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+117,7%).

Do lado das importações, houve recuo de 22% nas compras de Agropecuária, que somaram US$ 161,87 milhões. Já a Indústria Extrativa aumentou as compras em 218,9%, chegando a US$ 870,41 milhões, enquanto na indústria de Transformação as importações aumentaram 13,3% e alcançaram US$ 7,83 bilhões.

Na Agropecuária, houve crescimento nas importações de animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos (+181,1%), pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (+48,3%) e látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (+78%), mas diminuíram as compras de trigo e centeio não moídos (-24%) e milho não moído, exceto milho doce (-49,9%).


Fonte: Ministério da Economia


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