Percepção errada de preço pode afastar as pessoas do seguro de vida

Publicado em: 17 maio - 2017

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Pensando em conhecer a percepção da população em relação ao custo de um seguro de vida, a Icatu Seguros realizou uma pesquisa com 300 pessoas (nāo clientes da seguradora) em todo Brasil utilizando uma metodologia proprietária digital.

Os resultados mostram, em primeiro lugar, que 72% dos entrevistados não possuem seguro de vida. Entre as razões para não ter o produto, 32% assumiram nunca terem pensado no assunto, 30% disseram que não tinham interesse e 28% responderam que achavam o produto muito caro. Apenas 10% afirmam nunca terem recebido ofertas para contratação de seguro.

Mesmo entre os que possuem seguro (28%), o custo continua sendo um ponto sensível. Perguntados se consideram o produto “muito caro”, 52% concordaram e 48% discordaram. Na mesma pesquisa, foi investigado se as pessoas que  não possuem seguros de vida eram capazes de projetar o valor do pagamento mensal.

Para isso, os entrevistados foram solicitados a estimar o preço mensal dos seguintes seguros: um tradicional (cobertura de morte com capital de R$ 200 mil, invalidez com capital de R$ 300 mil e assistência funeral de R$ 5.500) e um de coberturas em vida (cobertura de morte, doenças graves no valor de R$ 100 mil, invalidez com capital de R$ 300 mil e assistência 2ª opinião médica). As alternativas apresentadas eram variações do preço real do produto para o próprio respondente.

“O diferencial da pesquisa é o cruzamento legítimo de dados. Ou seja, um dos preços apresentados como opção era exatamente o preço real calculado de um seguro de vida para o perfil daquele entrevistado” – comenta Aura Rebelo, diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros.

No seguro tradicional, apenas 38% foram assertivos ao valorar o preço do produto. Já 62% estimaram um preço mais elevado (24% projetaram 150% a mais; 17%, 100% a mais; 21%, 50% a mais). Exemplificando, para um homem de 30 anos em boa condição de saúde, esse seguro sairia por R$ 75,00. No entanto, para os que projetaram até 150% mais caro, pensaram que ele custaria R$ 187,00.

No seguro com coberturas em vida, apenas 29% estimaram valores próximos ao real. 71% projetaram um custo bem mais elevado (32% projetaram 150% a mais; 17%, 100% a mais; 22%, 50% a mais). Isso significa que para um homem de 30 anos em boa condição de saúde, esse seguro sairia em torno de R$ 49,00.  Porém, previram que ele custaria R$ 123,00 (quem projetou em 150% mais caro).

“De fato, o seguro de vida é muito mais barato do que as pessoas imaginam. O produto é umas das ferramentas mais importantes de um planejamento financeiro e a percepção errada de preço pode criar mais uma barreira para o interesse, além da barreira cultural do brasileiro, muito comentada atualmente. Por isso, a pesquisa aponta para a necessidade do mercado atuar ainda mais para melhorar o entendimento dos consumidores sobre o produto, mostrando o verdadeiro custo e o benefício de se proteger a própria vida e a família” – pondera Aura, que complementa. “A Icatu Seguros tem trabalhado firmemente nesse sentido com ferramentas, simuladores, jogos, conteúdos diversos em multi plataformas, entre outros”.

Das 300 pessoas ouvidas na pesquisa, metade foram homens e metade foram mulheres, sendo 49% da faixa etária entre 18 e 35 anos e 51% entre 36 e 64 anos. Sobre a classe social, a maior abrangência ficou na classe AB, com 65% de representatividade, e 35% da classe C.



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