Novo episódio disponível! O Papo Coop #15 está no ar!

Publicado em: 14 dezembro - 2021

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O novo episódio do Papo Coop está no ar. Nesta semana, a MundoCoop recebe o escritor e colunista, Marcelo Vieira Martins. Para falar sobre uma das maiores forças do cooperativismo, ele traz o tema PESSOAS NO CENTRO DAS TRANSFORMAÇÕES 

As pessoas estão no centro de tudo. Nos dias atuais, empresas trazem o discurso de que estão humanizando as suas operações. Mas no cooperativismo, o capital humano sempre foi a base e a razão de tudo. Mesmo com a digitalização, as pessoas continuam a serem essenciais, pois os processos – e as próprias tecnologias – são criadas por elas, e para elas. 

“Quando comunicamos bem, as ações passam a ser mais profissionalizadas” 

Com pessoas preparadas, o cooperativismo consegue – desde a sua origem – dar um atendimento diferenciado para os seus cooperados. A partir da gestão de pessoas, é possível entregar mais eficiência e valor para o público. Neste contexto, as ferramentas de hoje em dia – como as inteligências artificiais – funcionam apenas como um condutor para o atendimento humanizado, característico das cooperativas. 

É a partir da união de pessoas com processos, que o cooperativismo entrega seu propósito. Uma força conjunta, que ano após ano, leva desenvolvimento e prosperidade para cada comunidade onde está presente. De uma ponta à outra, pessoas trabalham para que outros indivíduos tenham mais qualidade de vida. E assim, numa reação em cadeia, todo o ambiente se transforma. 

“O grande desafio do cooperativismo é formar equipes vitoriosas” 

As cooperativas buscam prosperidade. E para isso, ter equipes competitivas é essencial para que haja resultados, crescimento e evolução dos cooperados. Por cada um desses detalhes, passam pessoas. E são essas pessoas que precisam se desenvolver. Para que haja o resultado esperado, é necessário conectar pessoas, criando um ambiente favorável ao crescimento. 

As pessoas se desenvolvem dentro do cooperativismo. E dentro dele, passam por três fases: na primeira, as pessoas são a base que levam ao crescimento. Não haviam máquinas, mas haviam pessoas que ajudam no atendimento, na formação de uma real conexão com o cooperado. Tais profissionais, tinham experiência com o mercado, mas não com a filosofia cooperativista. 

Na segunda fase, há o pensamento de futuro: como melhorar a cooperativa, e aumentar sua participação no mercado. É neste momento, que a preocupação com a formação de pessoas torna-se um tópico de destaque nas cooperativas. Busca-se formas de preparar as pessoas, através de capacitação e experiência no dia a dia. 

Enfim, chegamos à terceira fase. A sociedade percebe e entende a importância e a necessidade do cooperativismo, e desta forma o movimento se fortalece. O histórico do movimento vem à tona, e as pessoas passam a constatar a grandiosidade do setor, que passa a ter presença em grandes eventos, campanhas e outros. 

“Hoje temos a primeira geração de profissionais criados e formados pelo cooperativismo” 

Com anos dentro do movimento, temos hoje um profissional completo, criado e formado dentro da filosofia do cooperativismo. Tal indivíduo tem em sua essência a preocupação com pessoas, tornando-o diferente do profissional do mercado externo. 

É desta forma que pessoas fazem o cooperativismo. E o cooperativismo faz as pessoas. Engajando indivíduos, em busca de prosperidade, evolução, desenvolvimento e muito mais. Para isso, é preciso continuar a focar nas pessoas, nas suas demandas e objetivos. É desta forma – sempre colocando as pessoas em primeiro lugar – que o cooperativismo continuará a cumprir a sua missão e propósito.

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Por Leonardo César – Redação MundoCoop


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