Cooperativa lança programas escolares nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro

Publicado em: 24 junho - 2021

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Iniciativa reforça compromisso da instituição financeira cooperativa com educação e visa proporcionar a vivência do cooperativismo e liderança entre estudantes

Incentivar o protagonismo de adolescentes e jovens proporcionando a vivência do modelo cooperativista no ambiente escolar. Esse é um dos objetivos das cooperativas escolares. O programa, lançado pela instituição financeira cooperativa por meio da Fundação Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, já é desenvolvido no Rio Grande do Sul com 125 cooperativas escolares implementadas.

Inicialmente, a expansão do projeto na área de atuação da Central Sicredi PR/SP/RJ será feita em conexão com quatro cooperativas incubadoras: Sicredi Agroempresarial PR/SP, Sicredi Norte Sul PR/SP, Sicredi Progresso PR/SP e Sicredi União PR/SP. Todas têm consolidadas em suas áreas de atuação o Programa A União Faz a Vida (PUFV), principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi que empreende na educação integral de crianças, ajudando a despertar a essência do cooperativismo. “No PUFV, trabalhamos conceitos de cidadania, solidariedade e cooperação com as crianças. Com as cooperativas escolares abrimos mais um movimento ligado à educação, inspirando o protagonismo de adolescentes e jovens, e os conectando a uma vivência na sociedade cooperativa e aos movimentos voluntários do Sicredi”, explica o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

O programa das cooperativas escolares é realizado no contraturno. A partir de um objeto de aprendizagem, os alunos criam uma cooperativa que possui toda a estrutura de governança do modelo de negócio: presidente e conselheiros eleitos, com gestão participativa. “Com os conceitos que aprenderam na infância por meio do Programa A União Faz a Vida, eles vão exercitar na prática atuando em colaboração. Uma vivência que desenvolve a formação de novos líderes a partir dos princípios do cooperativismo”, analisa o superintendente da Fundação Sicredi, Romeo Balzan.

Como projeto do sistema cooperativo, a manutenção e o sucesso da iniciativa estão aliados a uma rede de compromissos formada também por gestores escolares, alunos, secretarias de educação e cooperativas do Sicredi, que estimulam e gerenciam o andamento do programa. No primeiro ano de implantação do projeto, será realizada a capacitação com todos os agentes envolvidos no desenvolvimento da iniciativa. Os encontros de formação serão no formato on-line, e antes da implementação das cooperativas escolares nos colégios.

Para o presidente da Sicredi Agroempresarial PR/SP, Agnaldo Esteves, além da vivência cooperativista, o movimento também reforça o modelo econômico e social capaz de promover o desenvolvimento regional. “Toda a nossa equipe está engajada nessa iniciativa que considero extraordinária. As cooperativas escolares ampliam a cooperação entre as pessoas e o trabalho em grupo, melhorando também a profissionalização. É uma semente do bem que estamos plantando e que vai fortalecer a ideia de construirmos juntos uma sociedade mais próspera a partir da ajuda mútua”, destaca.

Compromisso com educação

Conectado aos princípios do cooperativismo, o Sicredi tem desenvolvido, em toda a sua trajetória, programas que asseguram a promoção do Quarto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável, que trata da Educação de Qualidade, proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) para um mundo melhor. Outra iniciativa que reforça esse compromisso é o Programa A União Faz a Vida, que ao longo de mais de 25 anos, já envolveu mais de 150 mil educadores e alcançou a marca de mais de 3 milhões de crianças e adolescentes impactados em cerca de 2,6 mil escolas do país.

O relatório do Retorno Social do Investimento (SROI), divulgado pelo Sicredi em 2021, aponta que a iniciativa realizada com crianças e adolescentes de escolas públicas e privadas de diversas regiões do Brasil gera um impacto social quatro vezes maior do que o valor investido. Ainda de acordo com o estudo, para cada R$ 1,00 investido, são gerados R$ 4,07 de impacto social.


Fonte: Imprensa Sicredi


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