Cooperativas ampliam distribuição de energia solar no Rio Grande do Sul

Publicado em: 11 janeiro - 2022

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A energia solar no Brasil tem crescido de forma constante nos últimos anos, tendo a seu favor diversos benefícios econômicos e ambientais que estão ajudando a impulsionar o crescimento desta fonte de energia renovável. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as cooperativas de Infraestrutura do Rio Grande do Sul ampliaram em 51,2% a potência instalada através de Centrais Geradoras Fotovoltaicas (UFV), alcançando em 2021 a marca de 40.037,58 quilowatts (kW).

Além do crescimento na potência, as coops também registraram incremento na quantidade de gerações distribuídas (GDs), atingindo 3.445, o que representa um crescimento de 58,6%. Com a evolução do número de GDs, a quantidade de unidades consumidoras que receberam créditos também ampliou, chegando a 4.464, o que evidencia um crescimento de 59,91%.

Alcance ampliado

A quantidade de municípios gaúchos com geração distribuída passou de 214 para 245. De acordo com o engenheiro eletricista da Caal, Átila Poll Menezes, a potência instalada permite atender cerca de 189 mil famílias, dependendo do perfil de consumo dessa carga.

A fonte solar fotovoltaica está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7 – Energia Acessível e Limpa, que visa garantir acesso à energia barata, confiável, sustentável e renovável para todos. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Abolsar), o Brasil ultrapassou pela primeira vez a marca de 13 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, pouco menos do que a capacidade instalada da Usina de Itaipu (14 GW). O número inclui tanto as grandes usinas solares quanto os sistemas de médio e pequeno portes, que são instalados em telhados, fachadas e terrenos de casas ou empresas. De acordo com a entidade, desde 2012, a fonte solar trouxe ao Brasil mais de R$ 66,3 bilhões em investimento, R$ 17,1 bilhões em impostos e mais de 390 mil empregos. Também evitou a emissão de 14,7 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

Entre os agentes, 12 cooperativas aparecem no relatório da Aneel: Celetro, Cerfox, Ceriluz, Cermissões, Certaja, Certel, Certhil, Cooperluz, Coopernorte, Coprel, Creluz-D e Creral. Para conferir os indicadores em tempo real, acesse aqui a visualização de dados da Aneel.


Fonte: Sistema Ocergs/Sescoop RS


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