Sustentabilidade é papel cada vez mais importante


Sustentabilidade é papel cada vez mais importante

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A Basf destaca-se no cenário nacional como maior indústria química integrada do mundo. Inovação é fundamental em sua visão de negócio, tanto que anualmente investe €1.75 bilhão em Pesquisa & Desenvolvimento, sendo que 25% desse total é direcionado à unidade de Proteção de Cultivos, que é a unidade de negócio da agricultura, e outros 10% em biotecnologia.

A importância do mercado brasileiro para a Basf é expressa também pela manutenção no Brasil de um centro de pesquisas, uma estação experimental próxima a Campinas e oito unidades de pesquisa avançada espalhadas pelo País. Atualmente, há cerca de 280 projetos de novos investimentos em P&D em andamento na BASF América Latina, destinados a novas formulações ou extensões de uso de defensivos agrícolas, sendo sete novos ingredientes ativos.

Olhando o mercado com relação a produto, a empresa mundial trabalha com dez culturas – soja, cana-de-açúcar, milho, trigo, algodão, café, laranja, hortaliças e frutas, arroz e feijão – disponibilizando soluções em defensivos – produtos químicos e serviços, como programas e tecnologias para aplicação de produtos – e biotecnologia.

De acordo com Marcelo Maniero, diretor de negócios Especialidades para Brasil, a Basf trabalha com a certeza de que ainda dá para ter ganhos sensíveis em produtividade na agricultura brasileira. “Todas as culturas tiveram ganhos nos últimos anos. E para os próximos 10 anos os ganhos ainda podem chegar a 50% como resultado de inovação em produtos e em biotecnologia”.

Reconhece que o agricultor empresarial brasileiro está mudando seu perfil, passando a ser “mais dinâmico, mais aberto à inovação, mais conectado com o que acontece fora da propriedade dele. Tivemos uma mudança de cultura, com a nova geração se caracterizando também por uma melhor formação”. Fortalecendo essa postura, Maniero informa que a Basf investe em cursos e treinamentos em gestão e capacitação, contribuindo tanto para a gestão quanto no programa de sucessão.

Entre os desafios cita o acesso aos integrantes da agricultura familiar, devido à pulverização e ao próprio nível de escolaridade. “Esse é um mercado em potencial, importante pela quantidade de famílias”, reconhece, citando as cooperativas como facilitadoras do acesso e do processo: as cooperativas, que constituem um terço dos clientes da Basf em cereais e cana-de-açúcar, “são influentes na região que ocupam e já absorveram o perfil do novo agricultor, mais profissional, e, por isso, são uma das principais vias para que empresas como a Basf levem as inovações aos agricultores”.

Mantendo um portfólio de 48 produtos que atendem diversas culturas, em seis meses a Basf conseguiu apresentar ao mercado brasileiro uma solução para combate da Helicoverpa, devidamente registrada junto aos órgãos nacionais par aplicação na cultura da soja. Trata-se do Pirate®, Inseticida-Acaricida. A esse novidade, em 2013, somou o herbicida Heat® e o antifungicida Orkestra, direcionado a diversas culturas.

A empresa busca, também, prestar consultoria permanente ao agricultor. Para isso, mantém um portfólio de serviços, como o sistema de monitoramento Harpia; o processo tecnológico de multiplicação e tratamento de cana-de-açúcar a partir de viveiros básicos AgMusa; o sistema AgCelence®Especialidades; o GPS Plateau para tratores; o serviço portátil de assistência técnica Digilab; o serviço de monitoramento climático realizado por uma rede de estações meteorológicas AgroDetecta; e o Seed Solutions, para realização do tratamento de sementes industriais de soja.

Além disso, a Basf mantém iniciativas diferenciadas como a Campanha Planeta Faminto e a Fundação Espaço ECO.

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