Ocepar participa de lançamento de estudo sobre o panorama setorial da indústria

Publicado em: 05 julho - 2017

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O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e o analista técnico especializado Devair Mem, representaram a entidade no lançamento  do  “Panorama Setorial da Indústria do Trigo”, ocorrido em 26 de junho, no Campus da Indústria da Fiep, em Curitiba. Desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e Sindicato da Indústria do Trigo no Estado do Paraná (Sinditrigo), trata-se da atualização da primeira versão do documento, publicada em 2011. Após o lançamento, houve a apresentação da palestra  “Cadeia da Produção do Trigo no Paraná – Desafios e Oportunidades”, com André Nassar, engenheiro agrônomo, especialista  em agronegócio, diretor da Agroícone e fundador da Conext Partners.

Dados relevantes – De acordo com dados do estudo Panorama Setorial da Indústria do Trigo, o Paraná tem um parque moageiro moderno, com elevado grau tecnológico e alta capacidade produtiva. A qualidade atual desta indústria é resultado de investimentos de cerca de R$ 1 bilhão realizados nos últimos 10 anos pelos empresários do setor.

Maior produtor – O Estado é o maior produtor nacional do grão, respondendo por 61% da produção brasileira. Também concentra o maior parque moageiro: são 96 moinhos, que respondem por 23% da produção nacional de farinhas. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

Outros estados – Segundo o presidente do Sinditrigo, Daniel Kümmel,  metade da produção paranaense abastece outros Estados. “Só não exportamos para outros países por questões tributárias que tiram a competitividade do produto brasileiro lá fora”, comenta Kümmel. “Temos qualidade e capacidade de produção para exportar, mas o Custo Brasil nos impede de viabilizar as exportações”, pontua, acrescentando que a reforma tributária é um dos pleitos do setor.

Competitiva e diversificada – De acordo com Kümmel, a indústria paranaense do trigo é altamente competitiva e diversificada, produzindo farinhas tanto para a indústria de massas e biscoitos quanto para a panificação e varejo.   O presidente do Sindicato conta que a qualidade do produto final é resultado também da melhoria do trigo, com investimento em genética. “Antigamente precisávamos importar trigo de qualidade para um melhor produto final. Hoje não temos mais esta necessidade e trabalhamos praticamente com 100% de trigo nacional”, informa.

Análise – Na análise do presidente da Fiep, Edson Campagnolo, “a queda na atividade econômica que afetou, em maior ou menor grau, todos os segmentos, não poupou a cadeia produtiva do trigo”. Segundo ele, o setor tem inúmeros desafios a serem superados e o Panorama Setorial traz informações relevantes para auxiliar no planejamento de estratégias, na tomada de decisões e na implantação de ações que impulsionem os negócios do setor. Além disso, conforme Campagnolo, o estudo pode contribuir também para a integração do setor na busca de um ambiente de negócio mais adequado, propiciando a geração de emprego e renda.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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