Sescoop/SP comemora formatura da 2ª turma do projeto “Ciência da Melhoria na Prática”

Publicado em: 22 julho - 2016

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No dia 14 de julho, foi celebrada em São Paulo a formatura da segunda turma do projeto “Ciência da Melhoria na Prática”, realizado em parceria pelo Sescoop/SP, Sistema Unimed, Sistema Uniodonto e Institute for Healthcare Improvement (IHI). O programa tem revolucionado o modelo de atendimento aos pacientes e de gestão das cooperativas de trabalho médico e odontológico.

O evento foi aberto com as palavras de Orestes Barrozo, vice-presidente da Unimed do Brasil, que parabenizou os formandos, que integram o projeto. Em seguida, a coordenadora de Gestão e Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop/SP, Lajyárea Duarte, tomou a palavra e destacou a importância do programa de capacitação, dirigido a cooperados e funcionários das cooperativas do ramo Saúde no Estado de São Paulo. “Precisamos ter um novo olhar e acompanhar as mudanças do setor. Isso é possível por meio da profissionalização da gestão”, disse.

O evento reuniu profissionais das Unimeds do Brasil, de Guarulhos, Ourinhos, Mococa, Sorocaba, Bebedouro, São José dos Campos, Limeira, Volta Redonda, Americana, bem como a Unimed Regional Baixa Mogiana, Uniodonto de Jaboticabal e Jundiaí, Agência Nacional de Saúde e Central Nacional Unimed. Também estiveram presentes o vice-presidente da Unimed do Brasil, Orestes Pullin; o presidente da Uniodonto do Brasil e diretor do ramo Saúde na Ocesp, José Alves Neto; o conselheiro do Sescoop/SP, Luiz Eduardo Paiva.

Na oportunidade, foram apresentados os projetos dos participantes, que tiveram como base a Atenção Primária à Saúde. A iniciativa conta com a parceria do Sescoop/SP.

Além de iniciativas que aprimoraram a confirmação e presença de consultas, os monitores inseriram em suas próprias cooperativas de saúde melhorias no acompanhamento de gestantes, pacientes com problemas odontológicos e moléstias cardiovasculares, idosos, bem como houve quem apostasse em mudanças nas UTIs, com a presença de familiares para a minimização de eventualidades como contenção dos pacientes e delírios dos mesmos. Na prática, isso representou de exames desnecessários, internações e tratamentos, que foram evitados com a atenção primária.



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