Novas regras ampliarão investimentos na Região Centro-Oeste

Publicado em: 19 abril - 2017

Leia todas


 O governo federal aprovou novas regras para estimular o crescimento da economia na Região Centro-Oeste e deverão favorecer desde o pequeno produtor a investidores de grande porte. Os recursos têm como base o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), administrado pelo Ministério da Integração Nacional. A partir de agora, as propostas no valor de até R$ 1 milhão terão as cartas consultas automaticamente aprovadas. Além disso, o limite máximo para investidores foi ampliado em 33%, de R$ 300 milhões para R$ 400 milhões. A forma de cálculo do limite percentual dos projetos a serem apoiados pelo FCO também mudou, permitindo maior apoio do Fundo aos empreendimentos

As alterações foram aprovadas durante a 7ª reunião ordinária do Conselho Deliberativo (Condel) da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), em 10 de abril, e foram formalizadas com a publicação de portaria no Diário Oficial da União (DOU) de 17 de abril.

“Com as ações, estamos absolutamente certos de que teremos um ano com ampla oferta de crédito e adesão por parte dos setores empresarial e produtivo. Essa adesão garante que o FCO cumpra o seu papel junto à sociedade e às diversas iniciativas do governo, para garantirmos assim a retomada do crescimento para o Brasil”, afirmou o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho.

Ele também destacou o compromisso dos governos – federal e das demais unidades do Centro-Oeste – na busca por propostas que reduzam cada vez mais as taxas de juros para financiamentos do FCO.

“Estamos buscando convergir esforços no sentido de desburocratizar o Fundo e de permitir operações com menor custo de juros. O objetivo é garantir a movimentação econômica e a oferta de recursos de maneira diferenciada”, completou.

O ministro Helder Barbalho também retomou as discussões sobre a proposta de financiamento de imóveis comerciais e terrenos para micro e pequenas empresas do Centro-Oeste. No momento, não há operações sendo realizadas pelo Banco do Brasil, agente oficial de fomento do FCO. O ministro cobrou um prazo efetivo para o retorno desses financiamentos o mais breve possível.



Publicidade