Ocergs entrega Troféu Padre Theodor Amstad a Nilson Luiz May

Publicado em: 07 dezembro - 2020

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Na tarde dessa quarta-feira (2/12), o presidente do Sistema Ocergs, Vergilio Perius, e o diretor técnico sindical, Irno Pretto, entregaram o Troféu Padre Theodor Amstad 2020 ao presidente da Unimed Federação/RS, Nilson Luiz May. O prêmio representa a maior distinção da Ocergs e reconhece os relevantes serviços prestados pelo dirigente ao cooperativismo, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social das comunidades em que o Sistema Unimed-RS atua.

A entrega aconteceu na Casa da Memória Unimed Federação/RS, espaço para receber arte e cultura que preserva e difunde a memória do cooperativismo e do Sistema Unimed-RS. “Em um ano dramático que ressignificou nossas vidas, devido à crise do coronavírus, é com imensa felicidade que sou agraciado com o Troféu Padre Amstad 2020, distinção máxima do Cooperativismo Gaúcho conferida pelo Sistema Ocergs-Sescoop/RS”, afirma o presidente da Unimed Federação/RS.

Sobre o Troféu Padre Theodor Amstad

A distinção é entregue a cada dois anos desde 2014. Nilson Luiz May é quarta personalidade agraciada com o prêmio, que já homenageou Rui Polidoro Pinto (2014), Ademar Schardong (2016) e Rogério Sauthier (2018).           

Nilson Luiz May

O presidente da Unimed Federação/RS é formado em Medicina pela UFRGS, com especialização em Gastroenterologia, e pelo Campus da UCS, em Letras, com ênfase em Literatura. É fundador da Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo – uma das primeiras do Rio Grande do Sul. Atualmente, é diretor-presidente da Unimed Participações S.A e presidente da Unimed Federação/RS. Tem na literatura o seu segundo ofício, com centenas de publicações na área da saúde e oito livros publicados entre romances, contos, crônicas, sendo seu último lançamento – Liderança Duradoura – ligado à área de gestão empresarial. May é membro titular da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina e da Academia Rio-Grandense de Letras.

Confira o depoimento de Nilson Luiz May:

Um troféu que enlaça o passado e o futuro do cooperativismo no mundo

“Agradeço pela honraria que levarei com orgulho e humildade para a minha vida. Cada vez que passo por Linha Imperial – hoje Capital Nacional do Cooperativismo – entro 100 metros, para saudar o monumento na pequena praça em frente à Igreja, e render homenagem à figura do Padre que veio da Suíça em 1885 – com a idade de 34 anos – acompanhando a imigração européia da época – e viveu no Brasil por mais de 50 anos. Fundou a primeira cooperativa de crédito da América Latina em 1902, no interior de Nova Petrópolis (BAUERNKASSE) – uma Caixa de Economia e Empréstimos – prestando assistência aos colonos imigrantes que ali viviam.

Esta homenagem que fixará ainda mais a imagem deste fundador em nossa relação como o cooperativismo de forma ampla, na ligação humanística do cooperativismo (= companheirismo), e do social com o econômico e com a modernidade digital. Sob os alicerces cooperativistas implantados com os indeléveis princípios da ACI, há necessidade de as cooperativas – de todos os Ramos – adaptarem-se aos novos tempos do mercado.

Temos a mais genuína alegria de nos associarmos aos bons pensamentos dos verdadeiros cooperativistas, e continuar praticando os princípios doutrinários com as devidas adaptações exigidas nos tempos atuais”.


Fonte: Sistema Ocergs


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