Primeira cooperativa de energia compartilhada do Brasil deve fechar o primeiro semestre crescendo 130%

Publicado em: 03 junho - 2022

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Na foto, os empreendedores Carlos Eduardo Furquim Bezerra e Roberto Manoel Correa Neto, da Cogecom, cooperativa de geração de energia compartilhada paranaense. (Foto: divulgação)

A cooperativa de energia compartilhada COGECOM, marca fundadora do setor no Brasil, deve fechar o primeiro semestre desse ano com um crescimento de 130% em relação ao mesmo período do ano passado. Para o Diretor Geral, Roberto Correa, esse número é um reflexo perfeito do crescimento exponencial que o setor está alcançando nesse ano.

Nos primeiros 4 meses de 2022, houve incremento de 1,5 GW de potência instalada no setor em relação ao ano de 2021, isso nos permite afirmar que houve crescimento superior a 17% no mercado, se comparado ao ano anterior. Sob a ótica de ampliação da capacidade instalada, nos últimos 10 anos, até o final do ano devemos chegar a 20 GW de potência instalada, desse montante 12 GW (60%) foram instalados nos 2 últimos anos, demonstrando o crescimento exponencial desse mercado, tendência que deve se manter para os próximos anos.

Para o Diretor da COGECOM, o mercado de energia compartilhada representa hoje uma solução única para os consumidores de baixa tensão. “Nossa marca coopera e distribui energia para os chamados clientes convencionais, de baixa tensão, que ainda não têm acesso aos mercados abertos. Esse crescimento considerável se justifica por dois motivos diretos: o preço da energia aumentando e os projetos de geração em crescimento no país”, comenta Correa.

Esse aumento de 130% apontado está localizado tanto na contratação de suas fontes de entrada, como na sua participação de mercado. No primeiro semestre do ano passado, a COGECOM estava presente no PR e em SC, no entanto, atualmente abrange 7 Estados do Brasil (PR/SC/RS/MG/GO/MS/MT). A COGECOM tem hoje, aproximadamente, 12.000 unidades consumidoras e mais de 20.000.000 de KWh por mês, com uma previsão de crescimento de 400% até o final desse ano.


Fonte: Assessoria COGECOM


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